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Como o Social Commerce impactará no uso das redes sociais

Social selling vai além das lojas nativas e traz Live Commerce unindo entretenimento e compras, além de um novo formato de remuneração aos influenciadores

São inúmeras as ações de Marketing – aliada a vendas – que, de forma sutil, menos direta e afim de gerar resultados a médio e longo prazo, podem ajudar as empresas a alcançarem o que querem. O social selling, ou venda social – que consiste em utilizar redes sociais para se comunicar com potenciais compradores -, por exemplo, tem se destacado por possibilitar que empresas prospectem clientes com o perfil que lhes interessa e, acima de tudo, consigam estabelecer um bom relacionamento.

Entre os benefícios está a chance de fazê-los admirar mais a marca, conhecer novas empresas, descobrir novos produtos e serviços, além de dar a possibilidade de ter um contato direto com uma companhia de forma mais humanizada, aumentando assim a confiança em comprar. Ao contrário do que pensam alguns, as vendas por meio das redes não atrapalham o comércio online, na verdade eles se complementam.

De acordo com dados da Opinion Box, 55% dos brasileiros passaram a comprar pelo WhatsApp no último ano. Então o WhatsApp se tornou a principal alternativa de canal de vendas e atendimento. Com a liberação do WhatsApp Pay pelo Banco Central, todo esse processo deve ficar mais cômodo e rápido tanto para o lado do negócio quanto do consumidor. “Já havia uma informalidade das pequenas empresas que estavam permitindo pagamentos via PIX, agora tudo será mais profissional. Quem comprava continuará comprando. É um formato mais seguro e outros começarão a utilizar mais esse canal ao ver as vantagens. Isentar cobrança ajuda a fomentar o serviço”, afirma Rafael Kiso, Fundador e CMO da mLabs, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Um caminho de muitas oportunidades 

Em 2020, o volume de consumidores únicos online chegou à marca de 42,6 milhões, sendo 20 milhões estreantes na modalidade de compra virtual (47%), segundo dados da Social Miner. Analisando que o Facebook tem mais de 2,74 bilhões de usuários ativos e o Instagram mais de 1,22 bilhão, as redes sociais têm cada vez mais poder de serem utilizadas pelos clientes para procurar lojas para fazer compras.

O Facebook foi pioneiro ao criar a ferramenta “Facebook Marketplace”. A rede desenvolveu uma plataforma de vendas nativa onde é possível adicionar produtos, montar uma galeria e linkar com uma loja virtual já existente. “Já havia um modelo de C-Commerce (comércio colaborativo) dentro do Facebook e ele soube aproveitar, porque acontecia informalmente. O que acontece agora é uma maturidade do setor associado ao novo momento do consumidor”, pontua Kiso.

Essa nova fase pede ainda mais atenção às empresas: com o brasileiro passando cada vez mais tempo conectado, surge uma oportunidade de converter o entretenimento em venda. “O Live Commerce traz esse frescor, já que há um formato diferenciado – quase um show – oferecido por uma marca ou de um influenciador patrocinado por uma. Dentro dessa estrutura tem a mídia comprável, que as empresas precisam estar atentas”, alerta Rafael Kiso.

Futuro dos influenciadores 

Grandes marcas já vêm realizando Live Commerce e utilizando dos influenciadores para serem porta-vozes nessas apresentações. Com o carisma e uma legião de seguidores que acreditam nas recomendações dadas por eles, a ferramenta ganha ainda mais vigor: a conversão se torna natural e menos publicitária. Quando feitas no próprio perfil do influencer, a adesão é ainda maior.

O que se virá, no entanto, é uma mudança na forma de remunerar essas celebridades virtuais. “Todo mundo de uma forma é influenciador – nano ou famoso. Já há um movimento de comissionamento, o que mudará o cenário de influenciador digital. A tendência é que todos se tornem vendedores e ganhem sobre aquilo que vendem”, prevê o Fundador e CMO da mLabs.

Um exemplo apontado por Kiso é o YouTube, que vem mostrando abaixo de alguns vídeos um catálogo de produtos integrado com Google Negócios. O dono do canal ganha outra forma de ser remunerado além da publicidade nos vídeos. Outro case vem da China: o formato de gamificação que o Aliexpress implantou chamada de “Pechincha”.

Nesse canal, a empresa oferece para os consumidores o modelo de negócios que incentiva usuários a compartilhar ofertas com seus contatos digitais e obter descontos progressivos em itens em oferta. Cada usuário gera seu link e, a cada nova pessoa que clicar neste link, o usuário que o dividiu nas redes sociais ou programas de mensagem obtém uma redução no preço final do item enviado a seus contatos. A partir dessa perspectiva o Social Commerce alterará a forma com que o influenciador atuará, já que ele ganhará para falar e vender.

Projeções 

Além de surgir um novo tipo de influenciador, mais vendedor, o Social Commerce impactará também no aumento de uso nos aplicativos de mensagens para as vendas. A partir disso, devem surgir discussões sobre segurança uma vez que envolve meios de pagamento. “A plataforma e o usuário precisam se cuidar. Não é só o PME que se digitaliza, mas a bandidagem também. As marcas devem exercer seu papel de educar o consumidor também”, pontua Rafael Kiso.

Contudo, os benefícios do Social Commerce são muitos e mudarão a forma com que as ações em redes sociais são feitas. O microempresário se sentirá seguro de vender e poderá competir igualmente com outras empresas, já que a realidade do e-commerce era distante para alguns, mas o uso do WhatsApp já era algo próximo.

Com a população mais tempo conectada tudo gira em torno do social, até a compra. Gerenciar redes e vendas precisará de boas ferramentas e profissionais. “Os negócios precisam impulsionar seus conteúdos e alcançar mais pessoas, uma boa plataforma de gerenciamento, como a nossa, permite isso: que estude e entregue relatórios, que gere links para pagamentos e que ajude a vender mais”, finaliza Kiso.

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B2W Marketplace – será que é a hora de investir nessa plataforma?

Conheça algumas vantagens de quem já está vendendo no ecossistema de negócios dono de gigantes como Americanas.com, Shoptime e Submarino.com.

Quais as vantagens do B2W Marketplace para aqueles que desejam optar por esta plataforma? Esta é uma das dúvidas recorrentes dos recém-chegados ao e-commerce no contexto pré e pós pandemia, principalmente neste último período, em que o modelo de marketplace saltou exponencialmente na adesão de novos usuários e foi o responsável por alavancar o resultado recorde do comércio eletrônico em 2020.

B2W Marketplace, como o próprio nome diz, é uma iniciativa da empresa B2W que agrega na sua plataforma os sites Americanas.com, Shoptime e Submarino. Com uma estimativa de 16 milhões de clientes ativos por mês, a plataforma encerrou o primeiro trimestre de 2021 com um crescimento de 252% de itens vendidos em comparação ao primeiro trimestre de 2020, segundo dados da Divulgação de Resultados da empresa.

Além do bom desempenho, quais têm sido os outros atrativos que fizeram o número de sellers do B2W Marketplace obterem um crescimento de 9,1% apenas nos primeiros três anos de 2021? Vamos analisar o que a companhia tem oferecido aos interessados em fazer negócios nesta plataforma.

Vantagens aos sellers do B2W Marketplace

Possivelmente, a primeira vantagem que salta aos olhos dos novos sellers é a possibilidade de ter seu produto vinculado a marcas que já conquistaram seu espaço junto ao bolso e ao “coração” do consumidor. Entre elas, a Americanas.com. uma das patrocinadoras master do Big Brother Brasil 2021, atração televisiva da Rede Globo que trouxe bons resultados para a empresa na edição deste ano. Entre os resultados positivos, destaca-se o título de “marca mais lembrada” do programa em uma pesquisa conduzida pela consultoria Ilumeo.

Além do peso das marcas envolvidas, algumas facilidades ajudaram a encher os olhos dos potenciais sellers do B2W Marketplace. Desde fevereiro, a comissão cobrada sobre o valor dos pedidos passou a se fixar apenas no preço do produto e uma taxa fixa de R$ 5,00,  não contabilizando mais o frete neste cálculo. Na prática, isso representa uma facilidade para os vendedores que podem ter uma margem melhor e também manter uma previsibilidade sobre ganhos na plataforma.

Também passou a valer a partir de fevereiro a regra sobre a cobrança de comissão de pedidos cancelados. Segundo a plataforma, no caso do cliente cancelar o pedido dentro do prazo de expedição do lojista, ele é isentado dessa comissão.

Outra ação da companhia pensando no sucesso dos vendedores foi a facilidade para conceder frete grátis. Em pedidos enviados a partir das regiões Sul e Sudeste com preço inicial de R$ 100,00, os lojistas podem oferecer o frete sem custo ao cliente, desde que utilizem os serviços logísticos da própria B2W Marketplace.

Assim como outras plataformas, o custo inicial para vender os produtos no B2W Marketplace é zero – cada seller contribuiu para a plataforma com um comissão de 16% sob valor do produto e a taxa fixa de R$ 5,00 mencionada anteriormente. E, para facilitar o fluxo de caixa dos lojistas, existe a possibilidade de receber o valor integral das vendas – mesmo que o cliente faça o pedido com pagamento parcelado.

Leita também: Hub de Marketplace – como aumentar suas vendas com esse sistema

Facilidade de integração

Além das vantagens mencionadas acima, da perspectiva de negócio, existem outras, mais ligadas à operação do dia a dia da loja online que podem ser realizadas com facilidade pelos chamados hubs de integração. Essas ferramentas centralizam todas as tarefas fundamentais para toda a tramitação de um e-commerce – de mensagens de SAC à conciliação e expedição de pedidos, passando pela gestão do estoque e outras informações vitais à operação.

Muitos empreendedores digitais decidem testar produtos em frentes diferentes – plataformas de marketplace distintas, até encontrar aquela que trará mais receita e sucesso para o negócio.  Outros também mantêm a operação do marketplace em paralelo ao seu próprio e-commerce, como uma nova fonte de receita ou tráfego. São em situações como essa que uma ferramenta de hub de marketplace se mostra útil, agindo como centralizadora de informações de diversos canais.

Entre as plataformas aceitas pelo B2W Marketplace está o Ideris, um hub de marketplace como uma série de funcionalidades que o diferenciam do mercado, entre eles o chamado “Ideris Store”, recurso que permite a criação de uma “loja de departamentos” dentro de marketplaces.

Esta funcionalidade, além de representar uma inovação no mercado, auxilia lojistas a aumentarem sua presença dentro dos marketplaces de maneira automatizada, sem perder o controle da operação. O recurso não está restrito apenas ao B2W Marketplace, mas pode ser implantado em outras plataformas como Carrefour, MadeiraMadeira e Via Varejo.